Transtorno do Pânico

O transtorno do pânico tem como fator de identificação, ataques repentinos de ansiedade, sintomas afetivos e físicos, medo de sofrer um novo ataque e esquiva de situações ou locais em que os ataques de pânico ocorreram.

São característicos destes ataques, episódios súbitos e intensos de um conjunto de sintomas físicos e mentais associados à ansiedade e ao medo.
Ataques de pânico são episódios de medo e desconforto fisiológico intenso de inicio repentino.

Sendo assim, o pânico é considerado a própria representação do medo com ideação catastrófica física e mental.

É desagradável a experiência de quem tem um ataque de pânico. O episódio se define por um aumento acelerado dos sintomas físicos, formigamentos, taquicardia, tremores, tonteiras, vertigens, náuseas, sensações de falta de ar, sudorese, etc. E é compreendido pelo indivíduo como ameaça real à própria vida por experimentar sensações corporais tão intensas. Após experimenta-lo, o indivíduo começa a ter uma preocupação de que outra crise parecida possa acontecer novamente e que, da próxima vez, poderá não haver solução.

Relaciona-se a este quadro pânico, mas não necessariamente vinculado a ele, está a Agorafobia. Esta se caracteriza por evitação e fuga de lugares ou situações que estejam relacionados ao medo de passar mal e o socorro estar difícil ou distante. (RANGÉ,2011).

É importante salientar que a diferença entre o Transtorno de Pânico e a Agorafobia é que os pacientes com Transtorno de Pânico tem medo das reações que ocorrem no corpo tais como a taquicardia ou os tremores, enquanto que a Agorafobia o medo realmente é de estar em lugares de difícil fuga ou resgate improvável. (SIEBERT, 2006).

Portanto, entende-se que, indivíduos com Transtorno de Pânico sofre com um intenso medo da morte provocado por alguns dos sintomas físicos desagradável e incompreendidos.
Segundo King (2007),E a terapia cognitivo comportamental pode ajudar no tratamento deste individuo trazendo a compreensão que as reações físicas são naturais e que não trarão qualquer perigo real. Dessa forma, ele seria capaz de lidar com as sensações corporais sem medo, desenvolvendo novas formas de conduzir seus pensamentos, sentimentos físicos e comportamentos até então distorcidos.

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